
Um homem morreu no Hospital do Trabalhador após ser atacado com golpes de facão em um bar no bairro Tatuquara, em Curitiba. O crime aconteceu no sábado (17), na Rua Maria Eudóxia Cortiano, e o suspeito foi localizado e preso após o ataque. A vítima foi identificada como Francisco Anderson.
O ataque
Conforme o Boletim de Ocorrência (BO), equipes policiais foram acionadas para atender à situação e encontraram Francisco com vários ferimentos provocados por golpes de facão, inclusive no pescoço.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou os primeiros atendimentos e encaminhou a vítima ao Hospital do Trabalhador, mas ele não resistiu aos ferimentos.
As imagens da câmera de segurança
Uma câmera de segurança registrou o ataque e mostra a movimentação dentro do bar. As imagens mostram Francisco correndo para fora do estabelecimento no momento em que sofre o primeiro golpe e cai na entrada do local. Na sequência, o suspeito atinge a vítima com vários golpes de facão no pescoço.
A prisão do suspeito
Ainda segundo o BO, após atender à situação, os policiais receberam informações de que o suspeito morava nas proximidades do bar. Com apoio de outra equipe, os agentes foram até um condomínio de kitnets e localizaram o suspeito escondido no banheiro de um dos imóveis.
Durante a abordagem, nada de ilícito foi encontrado com ele. Questionado sobre a arma utilizada no ataque, o suspeito indicou que o facão estava debaixo da cama. A equipe encontrou o objeto com marcas de sangue.
A versão do suspeito
O suspeito afirmou aos policiais que tinha uma desavença antiga com Francisco, conforme relato no BO. Segundo o relato, os dois se conheciam de um bar, onde costumavam jogar baralho e beber juntos.
O suspeito alegou que, naquele dia, teria sido ameaçado pela vítima e que, por temer pela própria vida, decidiu avançar contra Francisco para se proteger.
Após a prisão, ele foi encaminhado à Primeira Central Regional de Flagrantes de Curitiba, junto com o facão, para as providências da autoridade policial.
A Banda B entrou em contato com a Polícia Civil do Paraná (PCPR) e com a Polícia Militar do Paraná (PMPR) para obter mais informações e aguarda retorno.