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POLICIAL

Advogado admite que policial militar colocou arma embaixo do corpo de motociclista morto no Paraná

Caso ocorreu no dia 21 de abril, em São José dos Pinhais, na Região de Curitiba; MP-PR diz que o motociclista não estava armado

19/08/2019 21h02
Por: Redação
Fonte: G1 PR
PM acusado pelo Ministério Público de atirar contra Leandro Pires está preso — Foto: Reprodução/RPC
PM acusado pelo Ministério Público de atirar contra Leandro Pires está preso — Foto: Reprodução/RPC

O advogado do policial Wanderson Teixeira Rigotti, que foi denunciado por homicídio e fraude processual pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) por matar o motociclista Leandro Pires, em São José dos Pinhais, na Região de Curitiba, Jeffrey Chiquini, confirmou que o cliente colocou o armamento embaixo do corpo da vítima.

"Ele reposicionou o armamento e colocou o armamento embaixo de Leandro. Mas aquele armamento pertencia a Leandro", declarou o advogado.

De acordo com o MP-PR, o motociclista não estava armado. Segundo o promotor João Milton Salles, do Ministério Público do Paraná (MP-PR), PMs colocaram uma arma na cena do crime após Leandro ser morto.

“Sempre que se tenta imputar um crime à uma vítima inocente, que morreu decorrente de um ato de extrema violência, é mais um chute que se dá no corpo de um ser humano morto", disse Salles.

A família de Leandro também nega que ele estivesse armado.

“Eu quero que ele [Wanderson] perca a farda porque ele cometeu um crime. Ele assassinou o meu filho, executou", relatou Patrícia Kelly do Nascimento.

O policial Wanderson está preso desde junho deste ano. O outro policial que estava com ele no momento da abordagem está afastado das funções.

"Esses testemunhos não têm qualquer credibilidade. Se Leandro não estivesse armado naquele momento da abordagem do soldado Teixeira, ele não teria fugido", disse o advogado Chiquini.

O crime ocorreu no dia 21 de abril, na BR-277. No dia, a primeira informação dada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) sobre a ocorrência foi que o motociclista estava armado e entrou em confronto com os policiais militares.

As primeiras audiências do caso estão marcadas para 3 de setembro.

O que dizem os citados

Por meio de nota, o advogado da família de Leandro Pires afirmou que os laudos apontaram que não havia impressões digitais de Leandro na arma e nem pólvora nos dedos dele. Além disso, disse que vai se manifestar sobre o caso no processo.

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