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POLÍTICA

‘O Patriota está à disposição do presidente’, afirma líder do partido

Adilson Barroso afirmou que está disposto a esquecer do passado e retornar o relacionamento com o presidente

10/10/2019 17h03
Por: Redação
Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Divulgação/Patriota
Foto: Divulgação/Patriota

Ainda sem destino certo, o presidente Jair Bolsonaro já tem um teto para dormir caso o casamento com o PSL, de Luciano Bivar, tenha de fato chegado ao fim. O presidente do Patriota, Adilson Barroso, afirmou que está disposto a esquecer do passado e retornar o relacionamento com o presidente.

‘O Patriota está à disposição do presidente’, afirma líder do partido

Adilson Barroso afirmou que está disposto a esquecer do passado e retornar o relacionamento com o presidente


Ainda sem destino certo, o presidente Jair Bolsonaro já tem um teto para dormir caso o casamento com o PSL, de Luciano Bivar, tenha de fato chegado ao fim. O presidente do Patriota, Adilson Barroso, afirmou que está disposto a esquecer do passado e retornar o relacionamento com o presidente.

“O Patriota está à disposição do presidente (Jair Bolsonaro)”, afirmou Barroso. Depois de pedir a um apoiador para esquecer o PSL e dar sinais de que pretende mudar de partido, o presidente Jair Bolsonaro tenta encontrar uma saída para deixar a legenda sem que parlamentares de seu grupo percam mandato por infidelidade partidária. Um dos destinos cogitados seria o Patriota controlado por Barroso.

Em 2017, ainda pré-candidato à Presidência, Bolsonaro desistiu de se filiar ao Partido Ecológico Nacional (PEN), que viraria Patriota, após não chegar a um acerto para o comando da legenda durante as eleições. O presidente queria que o seu ex-braço-direito Gustavo Bebbiano assumisse o comando durante a disputa, o que não foi aceito por Barroso.

Bolsonaro queria ainda que o Patriota abrisse mão da ação movida pelo partido no Supremo Tribunal Federal contra o entendimento da corte de permitir prisões de pessoas condenadas em segunda instância. A legenda entrou com a ação em setembro de 2016 contra a decisão, em uma ação declaratória de inconstitucionalidade. O partido foi assistido pelo advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, conhecido por representar políticos em ações criminais.

“Com o fim da Lava Jato, essa verdade terá um pai. E esse pai se chamará PEN”, disse a época Bolsonaro. “Ou o partido descobre uma maneira de desistir da ação… A gente não pode entrar numa possível campanha presidencial sendo atacado como o partido que enterrou a Lava Jato”, afirmou no final de 2017 o presidente.

Neste ano, uma ação do filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), paralisou investigações ligadas a Lava Jato e a outras ações iniciadas a partir de dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), entre elas processos relacionadas à lavagem de dinheiro por organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC).

O presidente do Patriota afirmou que não falou com o presidente nos últimos dias, mas declarou que está disposto a sentar com Bolsonaro e aliados para discutir o comando do partido caso eles deixem o PSL.

“Tudo é possível (sobre a possibilidade de abrir mão do partido) O importante é articular uma maneira de ajudar nossa nação”, afirmou completando: “Bolsonaro sabe muito bem que tem um partido retaguarda”, afirmou Barroso.

Crise

Na quarta-feira, 9, reuniões de emergência entre “bolsonaristas” de um lado e “bivaristas” de outro tentavam encontrar caminhos para o impasse. Reunida na Câmara, a bancada do PSL divulgou uma carta em desagravo a Bolsonaro, pregando um canal de diálogo.

Assinado por 19 dos 53 deputados da sigla, o documento visto como um ultimato diz que “para que o partido contribua para o estabelecimento de uma nova política é preciso que a atual direção adote novas práticas, com a instauração de mecanismos que garantam absoluta transparência na utilização de recursos públicos e democracia nas decisões”.

Além do controle do PSL, a disputa entre Bolsonaro e seus aliados e o grupo do Bivar também envolve dinheiro. O partido foi o mais votado nas eleições de 2018, e por isso terá, na próxima campanha, a maior fatia dos fundos públicos usados para financiar candidaturas – estimada em R$ 1 bilhão até 2022.

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